Remédios: Relação “Parasito e Hospedeiro” (Parasitismo)

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Para os fundamentalistas cristãos, ela constitui a Palavra de Deus absoluta que refuta a teoria da evolução pela seleção natural.

A coevolução supõe que as modificações registadas numa espécie como parte da sua evolução provocam uma pressão na selecção natural de outras espécies. Em simultâneo, estas espécies iniciam a sua adaptação a essas alterações e influem na evolução da primeira espécie. Há biólogos que também postulam a existência da coevolução intraespecífica, que alude às alterações recíprocas que ocorrem em organismos que pertencem à mesma espécie. A influência do clima no processo de evolução, por exemplo, não é considerada como uma coevolução entre uma espécie viva e as condições climatéricas. parasitas alteram o funcionamento de seu hospedeiro para propagar-se da maneira mais eficaz possível. mas há uma estratégia utilizada por alguns parasitas que são mais intrigantes: a indução de comportamentos do hospedeiro. Na relação entre os parasitas e hospedeiros também ocorre a Coevolução. Cada vez que os hospedeiros ficam mais resistentes aos parasitas, estes arrumam uma maneira de burlar as defesas do hospedeiro e infectar novamente. Isso parece um caso clássico de evolução convergente, porém seria preciso estabelecer uma relação direta entre esse processo evolutivo e o parasitismo.

Relação “Parasito e Hospedeiro” (Parasitismo)

  • · Dependendo da quantidade de comensais, a associação pode causar alterações na população do hospedeiro.

São exemplos desse tipo de parasito as pulgas, os piolhos e os mosquitos.O ciclo vital de um organismo parasito pode se desenrolar em um ou mais hospedeiros.

Quando o ciclo evolutivo abrange mais de um hospedeiro, o parasito é denominado heteróxeno. Os parasitas precisam se dispersar no ambiente para trocar de hospedeiro, e isso eles fazem através de ciclos de vida, alguns até muito complexos. Utilizando mais recursos do hospedeiro permite aos parasitas produzir mais descendentes, mas a super-exploração encurta a vida útil, reduzindo a quantidade de tempo que os parasitas têm de se reproduzir. Assim, pode fazer sentido para os parasitas evitar prejudicar seus hospedeiros e parasitas que aumentam a vida útil do hospedeiro podem se sair ainda melhor. Em outras palavras, o que limita a exploração do hospedeiro só vai beneficiar um parasita se o host não é também habitado por outras cepas mais virulentas ou espécies. O que impulsiona a evolução dessas relações, e por que elas não são mais generalizadas? Isto está em contraste gritante com a evolução repetida de multicelularidade, que tem aparecido mais de 20 vezes em todo o reino eucariota. Similaridade genética entre os indivíduos multicelulares também desempenha um papel importante na evolução da cooperação no nível-macro. Sem tais sanções pela planta hospedeira, cepas que desviaram recursos para sua própria reprodução deslocaria cepas mais cooperativas ao longo da evolução.

A seleção natural é um dos núcleos da Teoria Sintética da Evolução, mas muita gente não sabe exatamente o que ela é.

  • · Apenas uma das populações é favorecida pela interação, enquanto a outra não sofre alterações;
  • · A espécie comensal associa-se de forma bastante próxima ao hospedeiro:

Os parceiros podem também manipular uns aos outros de forma a aumentar a cooperação no curto prazo, sem necessariamente favorecer a evolução da cooperação ao longo de gerações.

Quando um hospedeiro transporta diferentes estirpes ou espécies de bactérias transmitidos verticalmente, eles podem competir uns com os outros para alcançar prole do hospedeiro. Por isso, quando está prestes a emergir, o verme altera o cérebro do hospedeiro, levando o grilo a dar um salto na água mais próxima. O termo coevolução significa uma resposta evolutiva recíproca entre populações, segundo Ricklefs. Os indivíduos podem atuar como forças seletivas sobre a evolução de plantas e animais que lhes servem de hospedeiros. Sendo assim, a especialização e evolução de um organismo pode influenciar a evolução das espécies com as quais interage. A coevolução entre plantas e seus parasitas e patógenos pode ser determinada geneticamente. Resumo: O termo coevolução refere-se às mudanças evolutivas entre espécies que interagem e exercem pressões seletivas recíprocas. Uma das dificuldades para o estudo sobre coevolução vem da complexidade das interações em comunidades, com diferentes tipos e intensidades de relações ecológicas simultâneas. Um modelo nulo, sem coevolução e sem seleção de recurso pelos parasitos, foi usado para avaliar as redes do modelo principal.

A evolução do parasita

  • Parasitas obrigatórios atacam apenas os indivíduos de uma única espécie; e
  • Parasitas facultativos podem atacar indivíduos de espécies diferentes, como é o caso das sanguessugas e das carraças.

Com este exemplo de seleção natural, podemos entender que a evolução só acontecerá se houver variabilidade genética, reprodução diferenciada e hereditariedade.

Essas mudanças geralmente podem ser observadas e documentadas, porém, estruturas complexas, como o olho, passaram por centenas de milhares de anos de evolução. No período de uma vida humana, é praticamente impossível ver a evolução em ação, apenas em escalas pequenas, como no caso da cor das mariposas e a poluição local. ;) Para mais informações, acesse a página de Introdução à Evolução da USP no qual esse post foi baseado. Isto significa que forma uma síntese com outras disciplinas, e traz para si técnicas de campos com biologia celular, bioinformática, bioquímica, biologia molecular, imunologia, genética, evolução e ecologia. O parasita pode viver muitos anos em seu hospedeiro sem lhe causar grandes malefícios, ou seja, sem prejudicar suas funções vitais. Dentre as diferentes espécies de parasitas, existem os parasitas facultativos, que são assim chamados por não necessitarem unicamente de um hospedeiro para sobreviver. Roughgarden (1976) Evolução na qual a adaptabilidade de cada genótipo depende das densidades populacionais e da composição genética da própria espécie e da espécie com a qual interage. Controle biológico de pragas Agricultura: formação de linhagens mais produtivas Medicina Neste caso também, a compreensão da evolução do parasitismo pode ser útil no controle de doenças. Mas o estudo de parasitas mais antigos permite-nos lançar luz não só sobre a História como sobre a evolução humana.

De que forma as interações parasita-hospedeiro resultam em coevolução? Que processos coevolutivos têm maior impacto na saúde humana?

A análise dos piolhos conta-nos assim histórias fascinantes não só sobre a evolução humana como, analisando os (muitos) piolhos encontrados em múmias, por exemplo, sobre as migrações humanas.

E esta evolução feita à custa de adaptações tornou o invasor (parasito) mais e mais dependente do outro ser vivo (hospedeiro). Muitos executam essa tarefa através de complexos ciclos de vida, os quais normalmente envolvem mais de um hospedeiro ou formas de resistência que passa pelo ambiente externo. Por outro lado, no ciclo polixeno os parasitos são adaptados a utilizar mais de uma espécie como hospedeiro. Foi uma aula expositivo-dialogada, que envolvia três temas principais: evolução geral, coevolução e parasitismo. Depois falamos sobre coevolução, apresentando exemplos de coevolução (relação parasita-hospedeiro, relação inseto-planta) e também falamos da teoria da rainha vermelha (teoria que sustenta a coevolução parasita-hospedeiro). Coevolução é uma série de mudanças reciprocas em duas ou mais populações não cruzadas que têm uma relação ecológica estreita, e agem como agentes da seleção natural uns dos outros. Coevolução parasita-hospedeiro Uma das principais razões para o sucesso desta estratégia é que o parasita encontra no seu hospedeiro uma fonte inesgotável de nutrientes. Desta forma, é comum verificar-se que existe um processo de coevolução entre os parasitas e os hospedeiros. Saiba mais sobre o autor >>> Pode dizer-se que uma equipa de cientistas norte-americanos apresentou uma nova visão sobre a evolução do homem a partir do cimo da cabeça.

Apesar de provocarem muita comichão, os piolhos podem dar pistas sobre a evolução do homem moderno, a espécie a que pertencemos.

De facto, pode usar-se os parasitas para investigar a evolução histórica dos seus hospedeiros, uma vez que completam todo o ciclo de vida nesse corpo. Estes dados permitiram perceber qual foi a evolução do piolho corporal, da espécie “Pediculus humanus”, que poderá ser usado para inferir o que aconteceu com a evolução dos humanos. No entanto, Dale Clayton admite que estas conclusões baseadas na ligação dos piolhos à evolução humana são “muito especulativas”: “Podemos estar errados, mas este é o cenário mais credível. O parasitismo seguramente ocorreu quando na evolução de uma destas associações um organismo menor se sentiu beneficiado, quer pela proteção, quer pela obtenção de alimento. Um fenómeno particular de evolução é o que ocorre entre um parasita e um hospedeiro. O parasita pode viver muitos anos no seu hospedeiro sem lhe causar grandes malefícios, ou seja, sem prejudicar as suas funções vitais. Entretanto, alguns deles podem até levar o organismo à morte, neste caso, porém, o parasita irá morrer juntamente com o seu hospedeiro. A coevolução é a evolução simultânea de duas ou mais espécies que têm um relacionamento entre si. No caso da relação parasita-hospedeiro, geralmente a seleção natural favorece a diminuição da virulência do parasita, uma vez que o parasita precisa do hospedeiro vivo para sobreviver.

Pesquise exemplos de coevolução, leia, faça uma explanação e poste aqui, se possível anexe o link de referência para que todos possam ter acesso à fonte pesquisada.

O termo coevolução é usado para descrever casos onde duas (ou mais) espécies afetam a evolução umas das outras reciprocamente. Coevolução é passível de acontecer quando espécies diferentes têm interações ecológicas próximas umas das outras. Essas relações ecológicas incluem: Plantas e insetos representam um caso clássico de coevolução – um que é quase sempre mutualístico. Muitas vezes, um hospedeiro obrigatório desenvolve defesas contra um parasita e, se o parasita consegue desenvolver um mecanismo para ultrapassar essas defesas, pode levar a um processo chamado co-evolução. Muitas outras relações bióticas são também processos de co-evolução: efeitos populacionais das inter-relações dos organismos de espécie diferente, e os seus aspectos ecológico-evolutivos e biogeográficos. Como toda a comunidade biótica é uma trama complexíssima de interacções bióticas, os fenómenos de co-evolução constituem uma das suas manifestações mais importantes. Fontes: e O fenómeno de coevolução ocorre quando duas ou mais espécies diferentes determinam a direcção da evolução uma da outra. Coevolução parasita-hospedeiro Neste caso, a coevolução ocorre porque um organismo parasita vive em dependência de outro organismo, o seu hospedeiro. No decurso da evolução, o hospedeiro tende a desenvolver recursos que lhe permitam neutralizar ou eliminar a acção do parasita.

No entanto, os parasitas tendem também a evoluir de forma a conseguirem continuar a alojar-se e a aproveitar os recursos do organismo do hospedeiro.

Na maioria dos casos, a evolução ocorre de maneira a que o parasita não extinga a população hospedeira. As interações entre parasitas e hospedeiros tendem a promover processos coevolutivos porque ambas as espécies competem pelo mesmo recurso: o próprio hospedeiro. Assim, a seleção natural vai fazer aumentar a frequência de parasitas que sejam melhores a infetar o hospedeiro e de hospedeiros que sejam melhores a impedirem esta infeção. Outro tipo de coevolução vital para a saúde humana é a coevolução em interações de mutualismo: interações entre duas ou mais espécies em que ambas saem beneficiadas. O parasitismo ocorreu quando na evolução de uma dessas associações um organismo menor se sentiu beneficiado, pela proteção e pela obtenção de alimento. Os seres vivos estão em constante evolução e adaptação ao meio, estas causam equilíbrio nas relações entre as espécies e ao ecossistema como um todo. A coevolução ocorre quando duas ou mais espécies evoluem simultaneamente, ou seja, há uma influência nos processos evolutivos entre elas. Existe uma adaptação através de transformações em que uma faz pressão sobre outras, levando a uma evolução mútua entre as espécies. Existem dois tipos de coevolução: Coevolução Específica: ocorre quando duas espécies respondem uma a evolução da outra.

Coevolução Difusa: ocorre quando ainda existe uma reciprocidade na evolução, porém não é direcionada a duas espécies, mas sim entre um grupo de espécies.

Muitas vezes temos uma falsa impressão de que a evolução é uma marcha solitária de populações de uma espécie acumulando transformações ao longo do tempo. Esse mecanismo de interações recíprocas que levam a mudanças evolutivas concomitantes entre espécies é conhecido como coevolução. Em outras palavras, coevolução é o processo onde duas ou mais espécies evoluem juntas, fruto de sua interação. Já a coevolução restrita está relacionada essencialmente entre duas (ou poucas) espécies, e por envolver um menor número de espécies apresenta maior facilidade em ser estudada. Um dos indícios de que duas espécies podem estar coevoluindo pode ser sua estreita interação ecológica, porém nem toda interação ecológica é fruto de coevolução. Da mesma forma que coadaptações, ou seja, espécies diferentes podem apresentar adaptações mútuas, o que poderia ser um indício de que ocorreu coevolução. Outro exemplo de coevolução se dá com animais e seus microrganismos benéficos que habitam os organismos. Outro exemplo de coevolução ocorre em situações onde ocorre o mimetismo Mülleriano. A coevolução entre presa e predador é outro caso bastante clássico, muitas vezes, conhecido como corrida armamentista. Por fim, podemos concluir que existe uma pressão recíproca entre espécies, onde uma passa a interferir na evolução da outra e vice-versa. A coevolução é um processo biológico em que duas espécies exercem influência uma sobre a outra e evoluem juntas. “Interação” é o contexto chave, pois diversas interações ecológicas podem levar à coevolução. Coevolução Planta / Animal A coevolução entre plantas e seus parasitas e patógenos pode ser determinada geneticamente. Coevolução Especifica Refere-se à evolução de uma característica de uma determinada espécie. Gafanhoto: preferência por certos tipos de folhas Comigo ninguém pode: elaboração de veneno Coevolução Difusa Mudança evolutiva recíproca entre grupos, não entre pares, de espécies. Moscas capturadasMariposa capturada Moscas capturadasMariposa capturada Exemplos de Coevolução Pseudomyrmex, uma formiga e a acácia.