Síndrome Loefflers ( eosinofilia pulmonar )

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As larvas podem ser ingeridas com água e alimentos ou penetra na pele fazendo ciclo pulmonar.

Na Síndrome de Loeffler, quadro pulmonar mais grave, há edema dos alvéolos, infiltrado parenquimatoso, manifestações alérgicas e quadro clínico-radiológico semelhante a pneumonia. Os ovos são eliminados nas fezes e uma vez ingeridos, liberam larvas no intestino delgado que então migram para o ceco. Quando adulto vive no ceco e sigmoide e não realiza ciclo pulmonar. A síndrome de Löeffler é uma afecção na qual há o acúmulo de eosinófilos (um tipo de leucócito) no tecido pulmonar, tipicamente em resposta a uma parasitose. Os outros parasitas, como o Necator americanus, o Ancylostoma duodenale e o Strongyloides stercoralis apresentam um ciclo semelhante; todavia, entram no organismo através da pele. peito | Pneumologia | Síndrome Loefflers ( eosinofilia pulmonar ) (Disease) Descrição Este grupo inclui a pneumonia eosinofílica crônica (CEP), síndrome hipereosinofílica idiopática (IHES), síndrome de Churg-Strauss (CSS) e granuloma eosinofílico (GE; histiocitose X pulmonar ou Langerhans granulomatose de células). Ancylostoma caninum e Ancylostoma brasiliense Estes vermes possuem atividade hematófaga no intestino, levando a perda de até 0,1ml de sangue por verme por dia. Ciclo de vida: Pode-se ter infecção pela ingestão dos ovos levando ao cilclo pulmonar, já descrito, ou ir direto para o intestino.

Helmintos são metazoários, parasitos de animais, vegetais ou de vida livre, pertencentes a quatro filos, mas somente os dois filos descritos a seguir possuem importância para a parasitológica médica:

  • Ciclo evolutivo: Heteroxênico
  • Transmissão: Ingestão de ovos

Animais mais velhos dificilmente apresentam doença exclusivamente pelo Ancylóstoma e além disto nestes animais a resposta medular compensa a perda de sangue.

A contaminação ocorre quando há ingestão dos ovos infetados do parasita, que se podem encontrar no solo, água ou alimentos (frutas e verduras) contaminados por fezes humanas. Uma vez nos pulmões, as larvas realizam a conhecida fase pulmonar – chamada de ciclo de Looss – onde passam pela última transformação antes de se tornarem adultas. O tratamento medicamentoso deve evitar substâncias que causam a morte do parasita de forma lenta, uma vez que podem ocorrer complicações relacionadas com a mobilização dos vermes. Os ovos são capazes de sobreviver anos no chão húmido, onde podem germinar formando-se larvas que atingem o ser humano quando ele ingere os alimentos contaminados. As larvas passam pela corrente sanguínea e sistema linfático migrando para o pulmão, fígado, traqueia e esófago, regressando aos intestinos. Ciclo Biológico 1) Humanos parasitados eliminam nas fezes as Proglotes grávidas para o meio exterior (solo, por exemplo), onde as mesmas se rompem e liberam os ovos. Ciclo Biológico O ciclo biológico do Ascaris lumbricoides (Figura 3) é do tipo monoxênico, isto é, possuem um único hospedeiro. Ciclo biológico: Os ovos dos ancilostomídeos depositados pelas fêmeas, no intestino delgado do hospedeiro, são eliminados para o meio exterior através das fezes. Larva migrans Cutânea Ciclo Biológico: Os principais agentes envolvidos são larvas infectantes de Ancylostoma braziliense e A. caninum, parasitos do intestino delgado de cães e gatos.

Embolia Pulmonar, Cancer de Pulmão, Pneumoconiose, Sarcoidose

  • tosse/hemoptise/dispnéia/dor torácica
  • Síndrome de Pancoast-Tobias
  • Síndrome de veia cava superior

Em alguns casos, há comprometimento pulmonar apresentando sintomas alérgicos (síndrome de Löeffler).

Permanecem nesses locais por até 24 meses, não apresentam periodicidade e podem, em alguns casos, alcançar o sangue, sendo encontradas no baço, nos rins e também no sedimento urinário. O homem, por sua vez adquire cisticercose quando passa a ser hospedeiro intermediário através da ingesta de água e verduras contaminadas com ovos ou proglotes. Todos esses parasitas fazem ciclo pulmonar e podem causar a síndrome de Loeffler, que é caracterizada pelo acúmulo de eosinófilos nos pulmões em resposta à infecção parasitária. Ancylostoma brasiliense e caninus, causam larva migrans cutânea e, caso façam ciclo pulmonar, provocam eosinofilia. Durante o ciclo pulmonar, completa-se a evolução larvária (comportando duas mudas) e, ao chegarem à cavidade intestinal, os vermes adultos estão formados.No intestino, encontram-se apenas fêmeas. Nos pulmões provocam lesões que podem causar manifestações respiratórias, além de febre e eosinofilia (Síndrome de Loefller); dos pulmões, as larvas desenvolvidas migram até a orofaringe para a deglutição. A fase aguda é determinada pela migração de larvas no pulmão e instalação dos vermes adultos. As larvas rabditóides no ambiente também podem transforma-se em machos ou fêmeas adultos de vida livre, realizando vários ciclos no solo até produzirem larvas filarióides de penetração cutânea (ciclo indireto). Pode ocorrer também a auto-infecção, quando a larva passa a filarióide dentro do nosso organismo.

Pense no ciclo vital dos dois parasitas e explique por que a produção de uma grande quantidade de ovos e importante para sobrevivência dessas espécies

  • amebíase
  • colite bacteriana
  • shigella
  • campylobacter
  • yersinia
  • clostridium difficile
  • Doença inflamatória intestinal
  • Síndrome do intestino irritável
  • Doenças abdominais funcionais
  • Drogas (AINES, ouro)

Ciclo evolutivo: Heteroxênico Transmissão: Ingestão de ovos Patogenia e quadro clinico: Localizações mais freqüentes dos cistos hidáticos: - fígado 70%, pulmões 30%, músculos 6%, baço 2 %, cérebro 1% e ossos 1%.

O homem e outros mamíferos, juntamente cm as aves, são considerados hospedeiros intermediários pois possuem apenas o ciclo assexuado. A maioria das infecções é assintomática e pode ocorrer em adultos ou crianças, que muitas vezes podem eliminar cistos nas fezes por um período de até seis meses. MÉTODO DE WILLIS ( 1921 ) FUNDAMENTO: Fundamenta-se na dupla propriedade que apresentam certos ovos de helmintos de flutuarem na superfície de 1 solução de densidade elevada e de aderirem ao vidro. III - Ambas, a e a , possuem estrobilização e não apresentam aparelho digestivo. São parasitas que podem gerar o quadro de síndrome de Loeffler, EXCETO: Uma infecção parasitária não tratada pode ser bastante prejudicial para a saúde do seu animal de estimação. As fezes podem dar indicação sobre o estado parasitário do animal (presença de parasitas, ovos e larvas). Na fase de migração larvar pode haver envolvimento pulmonar, sob a forma de pneumonite transitória aguda, com febre e alterações laboratoriais, que pode ocorrer semanas antes das queixas gastrointestinais. A partir daí, atingem o coração direito e os pulmões, nos quais realizam o ciclo pulmonar, cerca de quatro a cinco dias após a ingestão dos ovos. Os parasitas causam então a ascaridíase pulmonar, a medida que invadem os alvéolos e migram pelos brônquios , traquéia e faringe.

O esquema acima mostra o ciclo do Nitrogênio desde sua apresentação na atmosfera, sua fixação nas raízes através de bactérias, até a devolução para atmosfera fechando assim o ciclo.

Infecções leves podem apresentar-se assintomáticas Dermatite pruriginosa – “Coceira do solo” quando invadem a pele Fase pulmonar: tosse, laringotraqueobronquite, faringite 18

TRICURÍASE Trichuris trichiuraCICLO BIOLÓGICO: Após a ingestão de ovos embrionados, as larvas escapam da casca no intestino delgado superior e penetram os vilos intestinais. Larvas rabiditiformes emergem dos ovos e são eliminadas nas fezes, podendo tanto se diferenciar em vermes adultos machos e fêmeas, de vida livre, como sofrer metamorfose para larvas filarióides infecciosas. AMEBÍASE Entamoeba histolyticaCICLO BIOLÓGICO Ingestão do cisto maduro que passa pelo estômago e intestino delgado. A síndrome de Loeffler representa uma pneumonite eosinofílica transitória, por reação de hipersensibilidade imediata, decorrente da migração pulmonar das larvas de parasitas, principalmente os helmintos5. Após a ingestão dos ovos embrionados, há liberação de larvas no intestino delgado humano, onde permanecem até alcançar a maturidade em cerca de trinta dias. Diferentemente dos outros geoelmintos, que realizam o ciclo pulmonar (Necator americanus, Ancylostoma duodenale, Strongyloides stercoralis e Ascaris lumbricoides), Trichuris trichiura tem sua evolução restrita à luz intestinal. Os ovos apresentam uma forma de barril e geralmente são visíveis ao exame microscópio de amostras de fezes. O paciente com síndrome de hiperinfecção apresenta vários dos sintomas descrito acima e de forma mais severa. Estimativas sugerem que, em todo o mundo, mais de 1 bilhão de pessoas estejam contaminadas pelo Ascaris lumbricoides, mas boa parte delas desconhece tal fato, pois não apresentam sintomas relevantes.

Síndrome Loefflers ( eosinofilia pulmonar )

A contaminação por estes parasitas se dá pela ingestão de seus ovos, geralmente encontrados no solo, água, alimentos contaminados e no contato com fezes humanas contaminadas.

Os adultos se acasalam no intestino do hospedeiro e as fêmeas fazem a postura de grande número de ovos, que atingem o exterior com as fezes. A presença das larvas na região pulmonar pode causar hemorragias e facilitar o estabelecimento de pneumonia. Em relação ao seu ciclo de vida, é um parasita monoxeno e de infestação passiva, sendo transmitido pela ingestão de água e alimentos contaminados com ovos do verme. Os outros parasitas como o Ancylostoma duodenalis, o Necator americanos e o Strongiloides stercoralis, apresentam o mesmo ciclo pulmonar, entretanto penetram no corpo humano através da pele. Na maioria dos casos esta síndrome não apresenta sintomas, entretanto, alguns pacientes podem apresentar astenia, febre moderada, tosse seca, dispneia sibilante, distúrbios digestivos e dor nas articulações. O ciclo de vida do Trichuris trichiura pode ser resumido da seguinte forma: um indivíduo infectado libera milhares de ovos do parasito a cada evacuação. A fêmea do parasito é capaz de colocar mais de 20 mil ovos por dia, que serão eliminados pelas fezes, dando início a um novo ciclo. O diagnóstico é feito via exames de fezes em três coletas, onde se verifica a presença de ovos do verme; ou por biópsia da mucosa do final do intestino. De ciclo complexo, o verme se estabelece no intestino delgado, onde prende seus “dentes” na parede intestinal e passa a sugar o sangue de sua vítima.

Ciclo de Looss(ciclo pulmonar) :

mental, delírio, coma, perda de reflexos Ciclo de vida de Trichuris trichiura Os ovos não embrionados são eliminados nas fezes (1).

Após 40 dias atinge maturidade sexual e inicia sua copulação, onde irá haver formação de novos ovos, que podem ser férteis ou não, para dar continuidade ao ciclo. Caso haja penetração o verme realiza já diretamente o Ciclo Pulmonar. Quando o bolo fecal passa ou quando coça-se a região, as fêmeas abarrotadas de ovos estouram. Lembrando que no ciclo deste nematelminto não ocorre Ciclo Pulmonar e a infecção é benigna. As formas sintomáticas apresentam inicialmente alterações cutâneas, secundárias à penetração  das larvas na pele e caracterizadas por lesões urticariformes ou maculopapulares,ou por lesão serpiginosa ou linear pruriginosa migratória (larva currens). A migração da larva pode causar manifestações pulmonares, como tosse seca, dispnéia ou broncoespasmo e edema pulmonar (Síndrome de Löeffer). Essas larvas podem ser eliminadas nas fezes (veja “ciclo de vida livre” acima), ou causar autoinfecção. contaminados com fezes de cães) Ciclo biológico No cão: semelhante ao de A. lumbricoides no homem: Ovos - intestino (eclosão) - larva - fígado - coração - pulmão - intestino - verme adulto - ovos (fezes) No homem: larvas migram pelos tecidos sem sofrer Ciclo Biológico É monoxênico (somente um hospedeiro), com eliminação final de ovos não-embrionados nas fezes do hospedeiro. Quando se manifestam, os mais frequentes são; A infeção habitualmente ocorre pela penetração da larva através da pele, podendo posteriormente atingir os pulmões, originando pneumonite (infeção pulmonar) normalmente ligeira.