Tipos de plantas parásitas

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A disseminação pode fazer-se pelos tumores existentes nas raízes das plantas, tumores existentes no solo, utensílios contaminados, e estrumes compostos de excrementos de animais alimentados por raízes de plantas infetadas.

A samambaia, uma das plantas ornamentais mais populares, é um exemplo de planta epífita. Plantas como o cipó-chumbo, que retiram da planta hospedeira todos os seus nutrientes, são denominadas como holoparasitas. Também realizam fotossíntese, pois possuem clorofila, e retiram das outras plantas, através de suas raízes especializadas, apenas a seiva mineral (água e sais minerais). As raízes pivotantes ou axiais são caracterizadas por uma raiz principal maior, de onde partem raízes laterais. As raízes aquáticas são encontradas em plantas que vivem na água. Saiba mais, leia também: A raiz da planta possui as seguintes funções: Saiba mais sobre as outras partes da planta. De difícil combate, emite raízes especiais denominadas haustórios, que penetram no caule e nos ramos da planta hospedeira, sugando-lhe a seiva e causando sua degeneração. A poda deve ser realizada no período de inverno, antes da produção de sementes da planta parasita, quando as folhas das árvores caem e a praga fica mais visível. Se vir uma dessa nas suas plantas corra para arrancá-la ou até sacrificar a planta afetada e tacar fogo.

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  • De fixação: grampiforme – raízes adventícias para fixação da planta em um suporte. Ocorre na região dos nós e entrenós de caules rastejantes.

Raizes adventícias – estas raízes não se originam de outra raiz, mas de outro órgão, em geral do caule.

Ela é um vegetal parasita que sobrevive através dos nutrientes das raízes da árvore Tetrastigma, e por isso não possui folhas, caule e raiz, também não realiza fotossíntese. Raízes adventícias que ocorrem em plantas parasitas, onde o caule possui os apressórios, que aderem ao hospedeiro, em cujo interior surgem os haustórios. São raízes muito finas, que entram e se ramificam até o floema, da planta hospedeira, de onde retiram todos os nutrientes. A raiz é imprescindível à planta, haja vista que além de fixar ela absorve do solo os nutrientes necessários à sobrevivência do vegetal. Neste tipo de raiz subterrânea, típica das dicotiledôneas, é possível detectar com clareza uma raiz principal distinta das raízes secundárias, como na ilustração abaixo: Raiz axial ou pivotante. Ilustração: © iStock.com / srle7777 No tipo de raiz subterrânea ramificada não é possível detectar tão facilmente a raiz principal das outras raízes. Foto: Potapov Alexander / Shutterstock.com Neste caso é impossível distinguir a raiz principal das demais raízes. Foto: Dr. Morley Read / Shutterstock.com Este tipo de raiz adentra o corpo da planta hospedeira, de maneira a absorver todo ou parte do alimento do vegetal. Foto: Frank B. Yuwono / Shutterstock.com Como o próprio nome já traduz, esta raiz se desenvolve em plantas aquáticas.

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Diferindo das raízes subterrâneas, a função deste tipo de raiz não é fixar, mas apenas absorver os nutrientes flutuantes presentes na água.

Em plantas parasitas, estas estruturas podem ser consideradas raízes ou caules que apresentam um grande grau de modificação. Nas raízes pivotantes, existe uma raiz principal que penetra verticalmente no solo, sendo, geralmente, maior e mais grossa que as outras, as secundárias, que partem dela. Algumas raízes acumulam reserva de água e nutrientes para a planta, sendo por isso utilizadas em nossa alimentação. Raízes escoras ou suporte: essas raízes partem do caule e se fixam no solo, aumentando a capacidade de sustentação da planta, como o milho, por exemplo. No mangue também é muito comum as plantas apresentarem esse tipo de raiz crescendo acima do nível da água. A figueira é um exemplo de planta com esse tipo de raiz. Raízes sugadoras: esse tipo de raiz é encontrado em plantas parasitas, como a erva-de-passarinho e o cipó-chumbo. Se trata de plantas que obtienen algún o todos los nutrientes que necesitan para su desarrollo de otra planta. As plantas aéreas absorvem nutrientes pelas folhas e escamas prateadas, ao invés de pelas raízes.

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Plantas aéreas produzem estacas, mudinhas que se distanciam da planta original.

Una planta parásita es una planta que obtiene sus nutrientes, parcial o totalmente, de otras plantas. - Plantas holoparásitas: En estas plantas parásitas el parasitismo está muy manifiesto, por lo que hay una transformación completo del aparato vegetativo de la planta (el cormo). Los haustorios o raíces chupadoras de las plantas holoparásitas penetran hasta los vasos conductores (xilema y floema) de la planta parasitada. As raízes são divididas em fasciculadas, pivotantes ( ou raiz Principal), tuberosas, sugadoras (parasitas), escoras (suporte) e tabulares. Exemplos: cana, milho e grama Também chamadas de raízes axiais, são caracterizadas por uma raiz principal que é maior que as demais. Exemplos: batata-doce, cenoura, beterraba, inhame, mandioca Esse tipo de raiz atua como uma espécie de parasita porque penetra no tronco de outra planta e retira a seiva. Raiz Tuberosa A principal função das raízes tuberosas é o acúmulo de reservas da planta. Esse tipo de raiz não permite o desenvolvimento do vegetal, pois seu crescimento em espessura determina o estrangulamento da planta. Pode ser classificada em hemiparasitas ou holoparasitas: – Hemiparasita: quando a raiz penetra no caule de outra planta, atingindo o tecido lenhoso, e absorvendo a seiva inorgânica.

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– Holoparasita: quando a raiz penetra no caule de outra planta, atingindo o tecido liberiano, e absorvendo a seiva orgânica.

Além de parasitar outras plantas, enfraquecendo-as e sufocando-as, os fios-de-ovos são capazes de transmitir doenças virais de uma planta a outra. As raízes aéreas de algumas plantas servem de raízes-escora para a sustentação, como, por exemplo, no milho. Raízes aquáticas Adaptações especiais Muitas adaptações são encontradas entre as epífitas, plantas que crescem sobre outras plantas, contudo, sem parasitá-la. A epiderme da raiz da orquídea, por exemplo, é pluriestratificada e, em algumas espécies, constitui o único órgão fotossintético da planta. As plantas verdadeiramente parasitas desenvolvem raízes sugadoras (haustórios) que crescem para o interior do caule da hospedeira, indo buscar no floema, a seiva elaborada com os alimentos orgânicos que necessita. Adaptações para o armazenamento de alimentos As raízes, em sua maioria, são órgãos de armazenamento e, em algumas plantas, são especializadas para esta função. Outros exemplos de plantas com folhas suculentas são a “planta de gelo” (Mesembrysanthemum crystallinum), o saião (Sedum) e algumas espécies de Peperomia. A raiz é o órgão cujas funções gerais na planta são: Veja, a seguir, que a raiz típica tem diversas partes: coifa, região lisa, região pilífera e região de ramificação. A região pilífera ou de absorção é onde crescem pelos finíssimos, prolongamentos da raiz, responsáveis pela absorção da água e dos sais minerais, que formam a seiva bruta.

Plantas com Parasitas

As raízes de algumas plantas, em situações especiais, apresentam adaptações que auxiliam a sobrevivência da planta.

As raízes tuberosas atuam como órgãos de reserva de alimento, que nas plantas se encontra na forma de amido (um tipo de açúcar insolúvel em água). Esse tipo de raiz cresce verticalmente, para fora do solo, o que permite, assim, absorver melhor o gás oxigênio, utilizado na respiração das raízes. As raízes do cipó-chumbo, por exemplo, penetram no caule da planta hospedeira, atingem os vasos condutores e sugam a seiva que por ali circula. Da raiz principal partem as raízes laterais, que também se ramificam. Mas algumas plantas possuem tipos especiais de raízes com outras O visgo é uma planta parasita – ela só pode crescer sobre outra árvore, pois não tem raízes. Recebendo nutrientes, crescem muito rapidamente, e suas radículas se enrolam ao redor do tronco da planta hospedeira, formando uma rede de raízes. Para eso, cortaremos las plantas afectadas siempre por debajo del punto por donde está unida la cuscuta, de esta forma la planta parasita morirá al no tener de donde alimentarse. A análise incide sobre a raiz e zona do colo da planta doente.

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Nas espécies lenhosas, dependendo do porte, poderá colher-se uma planta (arbustos e árvores jovens) ou parte da raiz (árvores de grande porte).

Em alguns casos, essa mucilagem é tóxica para outras plantas, impedindo seu crescimento próximo à planta e diminuindo, assim, a competição por espaço, água e nutrientes.

Não confundir raiz tuberosa com caule tuberoso: a planta com raiz tuberosa possui o caule e as folhas fora do solo, ex: mandioca. Raiz suporte ou raiz escora - quando uma planta possui um caule ou um conjunto de raízes muito fraco e essas raízes suportes são responsáveis pela ajuda na sustentação da planta. Raiz velame ou raiz cintura - é uma estrutura presente nas raízes aéreas das ; Tem a função de absorver água da atmosfera. Raiz respiratória ou pneumatóforo - são raízes de algumas plantas que se desenvolvem em locais alagadiços.

Mas o que diferencia a raiz do caule?

a possui um caule ou um conjunto de raízes muito fraco e essas raízes suportes são responsáveis pela ajuda na sustentação da planta. Raiz velame ou raiz cintura - é uma estrutura presente nas raízes aéreas das ; Tem a função de absorver água da atmosfera. Raiz respiratória ou pneumatóforo - são raízes de algumas plantas que se desenvolvem em locais alagadiços.

Mas o que diferencia a raiz do caule?

Raiz sugadora ou raiz haustório - As plantas que possuem esse tipo de raiz são considerados homeopatas, pois vivem à custa da outra planta.

[ ] Raízes aquáticas Como o próprio nome sugere, são raízes que se desenvolvem em plantas que normalmente flutuam na água. [ ] Raízes tuberosas Muitas plantas acumulam material nutritivo de reserva em suas raízes. Já a região de ramos secundários é aquela que se nota o brotamento de novas raízes que surgem de regiões internas da raiz principal. Esse tipo de raiz é encontrado em plantas como a Avicena tomentosa, que vive no solo encharcado e pobre em gás oxigênio nos manguezais. Algumas espécies de árvores possuem raízes tubulares, em forma de pranchas verticais, que aumentam a estabilidade da planta e fornecem maior superfície para respiração do sistema radicular. Raízes aéreas são características de plantas epífetas, isto é, que vivem sobre outras plantas sem parasitá-las. Raízes sugadoras são adaptadas à extração de alimentos de plantas hospedeiras, sendo características de plantas parasitas, como o cipó-chumbo e a erva-de-passarinho. As raízes distribuem-se amplamente pelo solo, mas há algumas plantas que possuem raízes aéreas, comuns nas trepadeiras, bromélias, orquídeas, enquanto outras possuem raízes submersas, como os aguapés, comuns em represas. Essas gema podem formar raízes e folhas e originar novas plantas.

A raiz e suas funções

Dionaea Muscipula– Planta carnívora Plantas descíduas e abscisão foliar Em muitas espécies de angiospermas, principalmente nas adaptadas a regiões temperadas, as folhas caem no outono e renascem na primavera.

É um tecido de revestimento existente em raízes e troncos – portanto em plantas arborescentes adultas, espesso, formado por várias camadas de células mortas. As plantas carnívoras possuem tricomas “digestivos” e a urtiga, planta que provoca irritação da pele, possui tricomas urticantes. Uma estrutura secundária, mais complexa, pode ser vista quando ocorre um aumento no diâmetro do caule e da raiz. Córtex A região mais periférica da raiz jovem diferenciam-se em epiderme, tecido formado por uma única camada de células achatadas e justapostas. Raízes de mono e dicotiledôneas Na maioria das plantas dicotiledôneas o xilema se concentra na região mias interna do cilindro central. Nas plantas monocotiledôneas, o centro da raiz é ocupado por uma medula constituída por parênquima medular e os vasos lenhosos e liberianos dispõem-se ao redor. Como na raiz, as células do câmbio vascular originam vasos xilemáticos para a região mais interna e vasos floemáticos para a região mais externa. Meristema primários Em certos locais das plantas, como nos ápices da raiz e do caule, existem tecidos meristemáticos que descendem diretamente das primeiras células embrionários, presentes na semente. Esses nutrientes existem no substrato em que planta vive (solo, água e, eventualmente, meio aéreo) e a sua absorção é realizada principalmente pelas raízes.

Tipos de plantas parásitas

As plantas parasitas são aquelas que se instalam sobre outra planta ou árvore e se alimentam de sua seiva.

Os nematoides-das-galhas são nematoides endoparasitos que ao penetrarem nas raízes das plantas estabelecem um sítio de alimentação e a formação de células gigantes ao redor deste sítio.